Chamamos um redpill que desmaiou minha amiga com um taser para um quarto de motel
(Mini conto que uma amiga anônima pediu pra publicar)
Enquanto ele estava desacordado com a gag de bolinha na boca e amarrado na cadeira, eu me preparava pra nosso showzinho.
Meia rede de pesca, sem calcinha, com uma minissaia de babado de couro que não dá caimento, só pra ficar mostrando a bunda. Espartilho de pano leve, pra ele me sentir quando eu me esfregasse nele, com bojo fácil de tirar.
A Lia estava encolhida num canto, chorando. Mesmo ele desmaiado com as pernas e braços atados na cadeira, ela ainda tinha medo dele. E eu estou fervendo pra mostrar a ela algo maior que o pavor que ela sente.
Prendo o cabelo num coque bem apertado. Bem puta alto padrão, que não deixa o cara pegar nos cabelos. Bem arrumada. Porque essa vai ser a última vez que esse desgraçado quis ver uma puta. Mas ele vai lembrar da Lia também. Ele vai ficar apavorado toda vez que pensar em fazer uma moça no bar de saco de pancada num motel.
E a máscara. Bem masque de carnaval, pra provocar. Eu queria mesmo é que ele visse minha cara inteira, pra ficar com medo de mulher bonita também… mas se a gente deixar ele ficar vivo, não dá para arriscar.
Tudo no lugar, corda e roldana, dildos, taser, alicate…
Hesitei um pouco olhando para a Tactical 9mm Black sobre a cabeceira, por detrás dele…
E coloquei a máscara.
O tapete ainda abafava as batidinhas do meu salto agulha.
Chequei na frente dele, joquei o taser nas mãos da Melissa e apontei pro saco:
— Pode acordar, vamos começar.
Esse foi um conto por procuração, em A Longa Jornada de Mim.
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Nao creioooooo… kkkkkkkkkkkkkkk vou ler agora!