7 Comentários
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Avatar de Rafael Cafarcchio

Esse texto me lembra de algo que assei com uma garota há mais de 15 anos atrás e como percebo que até hoje, nas raras vezes que nos vemos ou nos falamos pela intenet, ainda fica uma tensão leve, quase elegante entre eu e ela. Já pensei em escrever sobre algo assim ou sobre a minha primeira namorada, mas não tenho as manhas que você tem para escrever tão bem e sincero sobre esse tipo de coisa.

Avatar de Theo Sant'Ana

Realmente, é um tipo de escrita que pede por horas. Mas boa parte do que é mais íntimo assim, nasce à mão aqui no diário. Algumas coisas que vêm para cá são edição.

Avatar de Lia li

Eu li e reli novamente esse texto e eu estou embasbacada em como ele é cru, não em um sentido ruim, mas como ele é despido de sentimento, de luto. Voce deve ter amado muito essa mulher, espero que o tempo tenha apaziguado contigo e que esteja bem onde quer que seja. Simplesmente amei!

Avatar de Theo Sant'Ana

Oi krida! Que bom que gostou. Pra você ver o que é intimidade e conexão, né. Nem cheguei a beijar essa mulher. Foram 68 dias, bastante conversa, poucos encontros, dois cafés, um deles com com uma conversa muito muito boa… e o corte.

Ainda vou falar mais de Poliana por aqui. E estou bem, grato por perguntar. Mandei uma note no seu direct sobre esse texto.

E se você gostou do tom, profundidade e subtexto romântico, recomendo passar por “O nome dela é Joana” aqui na Jornada. Abraços

Avatar de Karen Capucho

Como uma típica romântica, torço por finais felizes. Apesar de saber, que na vida real nem sempre é assim que acontece.

De qualquer modo, sei que esse não é um final, provavelmente há algo lindo para ser vivido logo à frente.

Ainda assim, por que não tentar uma última vez retomar esse contato e dizer o que não foi possível?

Fiquei curiosa para saber o que ela pensa, o que sente, e o que aconteceu para que agisse assim.

De qualquer forma, obrigada por compartilhar essa experiência tão particular

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Avatar de Theo Sant'Ana

Grato, querida, pela leitura e empatia. Até onde eu entendi, é apego evitante, da parte dela.

E quando eu escrevi,agora em retrospectiva, acho que na real era barganha. Poliana foi… ríspida, de uma grosseria incomum nesse pedido de não falar mais com ela. Essa carta aqui foi para me ajudar a soltar o osso, mas vou publicar uma versão adaptada da carta que eu fiz MESMO pra ela, de catarse… após a conclusão da série “O nome dela é Joana”.

Então bloqueei Poliana para assuntos românticos (recomendo dar uma olhada no meu “Bloqueou a Pessoa? Inteira? Ou por assunto?”). Já é tarde demais para partirmos do totem que eu deixei na estrada.

Mas eu sou romântico típico, também. Poliana ainda pode ser minha amiga, se ela quiser. E certamente não será motivo para eu deixar de buscar um amor significativo ❤️

Avatar de Karen Capucho

Que bom que rendeu uma boa história e grandes aprendizados.

Lerei, com certeza!