CHEGUEI AOS 100 INSCRITOS EM 58 DIAS! (E agora?) [MANIFESTO]
(Vou me arriscar a perder alguns desses inscritos com essa publicação... Espero que valha a pena. Esse é o meu Manifesto.)
Sabia que eu até estava querendo fazer um Manifesto sobre A Longa Jornada de Mim? E estava me perguntando… quando diabos eu postaria esse Manifesto, se todos os domingos e quartas-feiras nos próximos 90 dias já têm publicações agendadas?
Aí, na noite do dia 08 de abril… 90 inscritos! (E no dia 10 de abril, o inscrito 91 chegou direto para minha primeira assinatura paga!) Pensei pronto, vou aproveitar o marco dos 100 Inscritos para postar! Quando acontecer, eu mando a braba fora do calendário de publicações!
Detalhe relevante: eu não fico nas notes com papinho de “sou novo no substack” ou perguntando se o pessoal fala biscoito ou bolacha para ganhar seguidores ou inscritos, viu? Sem hack de engajamento pelo engajamento. Só exposição aos meus escritos mesmo, e opiniões e brincadeiras de piada interna nas notes. E sem redes sociais estratégia “multicanal” fora do Substack, porque excluí tudo.
Mas a verdade é que eu não quero que qualquer um leia o Manifesto. Eu quero passar um filtro antes.
Eu quero te falar sobre coisas que podem te fazer me odiar, cancelar sua inscrição. Me jogar de volta para os 70, 50 ou os 22 assinantes que eu tinha aqui no meu trigésimo dia de Substack. E se o que eu te disser me jogar de volta para a estaca zero, tudo bem (não vai, por que já tem membro pago founder aqui, mas ainda que fosse possível…). Eu prefiro regredir com transparência do que ter gente aqui comigo se sentindo traída e incomodada.
Sabe uns tópicos que o pessoal romantiza e demoniza por aqui?
Prepare-se, porque eu tenho opiniões controversas.
Eu sei exatamente o que eu quero aqui.
Gente? Validação externa? Reforço positivo? Engajamento? Dinheiro?
EU QUERO TUDO!
E cada um desses fatores têm seu lugar, seu momento certo e volume necessário para fazer a maquininha funcionar.
(Mas acontece que, sim, eu vou falar pra todo mundo.)
Eu tenho, sim, $egundas Intenções.
E na verdade não são nem segundas.
Ou você acha que é à toa que, desde o princípio, a primeira coisa que eu digo no meu perfil e na página da inscrição d’A Longa Jornada de Mim é “Posts aos sábados, 9h. 1 pago por mês”? Ein? Porque combinado não é caro, você conhece as regras.
Eu já tenho conteúdo bissemanal de 14 semanas pra frente planejado e agendado. E cada vez que eu digo “setup autoprovocativo” nas notes, pode ter certeza que já existe um rascunho de assunto correspondente aqui no meu arsenal. Aí… assim… esquece o Theo fofinho que se faz de tonto, só por um instante…
Você realmente acha que eu não sabia desde o começo qual seriam os posts mensais pagos de, no mínimo, o próximo semestre? Você acha que eu faço à toa perguntas do tipo “o que justifica uma assinatura paga no Substack para você?” ou “se eu escrevesse sobre [algo que te desperta fortes emoções de conexão], você leria”? É teste, é validação de audiência para minha oferta.
Vamos lá, me diga. Se você pensar com sagacidade, eu sei que você saberá! Manda nos comentários a resposta para a pergunta: Quais serão os posts pagos dos próximos meses?
R.: “Os posts pagos dos próximos meses serão sobre [seu palpite]” 👇
Se essa reflexão te gerou alguma revolta… considere cancelar sua Inscrição.
Reforço positivo? Eu quero! E você deveria querer também.
Porque é bom, se sentir bem fazendo o que se faz.
Nossa, como é gostoso. Escrever é uma delícia.
E sabe o que é mais gostoso ainda? Você!
Eu, aqui, já mal me seguro dentro da roupa de ficar fritando com minhas ideias… aí vem você, pra dinamizar meu campo semiótico, me ajudar a voar mais alto, me dar boas ideias, inspirar poemas, me levar pra frente, pra trás, mudar as perspectivas, ressignificar, me incitar a te dar boas ideias…
E sabe o que é ainda mais gostoso ainda?
Que você goooosta! Ai, aiai, se não gostasse não tava lendo, não tinha assinado, não tava aqui comigo. Aaaaaaahhhh como é bom, não é mesmo? E eu vou usar isso a meu favor. Sim. Eu vou usar. Farei bom uso disso.
Engajamento, então? NOSSA, EU QUERO!
Todo mundo sabe que não é todo mundo que vai pagar.
E você sabe que, mesmo enquanto você ainda não me paga para ter os diferenciais da minha comunidade de apoiadores, a gente já se aproveita, já é uma delícia. “Engajamento” é a forma de as plataformas quantificarem i-n-t-e-r-a-ç-õ-e-s. Não é bom nem ruim, o engajamento. Não é, necessariamente, hack ou tentativa de manipulação. É quantificação de interação.
Você que se cuide. Observe como você se sente e o que você pensa em relação a essas interações. E só fique onde for bom, onde fizer sentido pra você. Porque eu vou te incitar a engajar mesmo. Eu quero mesmo prova social para convencer com mais facilidade os próximos inscritos a chegarem perto mais rápido.
Pois do ponto de vista criativo, eu quero mais gente. E do ponto de vista de renda, é preciso bastante gente. Inclusive, você sabe que só chegam e ficam aqui as pessoas queridas. Deus me livre de pessoas não queridas aqui na minha audiência, é melhor que me bloqueiem mesmo, como uma criatura fez aí há umas semanas.
Vou virar influencer, então? Vou performar um personagem?
Bem…
Escutem aqui, moçoilas e moçoilos…
NÃO ME VENHA COM ESSA HIPOCRISIA NOJENTA PRA CIMA DE MIM!
COM AQUELE PAPINHO DE “AH, QUE VOCÊ NÃO PODE FICAR FAZENDO PERSONAGEM”, MAS NA PRÁTICA DIÁRIA A PESSOA TEM SIM QUE FICAR FAZENDO O PAPEL DE QUEM NÃO TEM CONTA PRA PAGAR. E NO FIM DAS CONTAS, NEM PAGAM POR APOIO À PRODUÇÃO ARTÍSTICA INTELECTUAL, NEM TAMPOUCO PAGAM POR A PESSOA FICAR INTERPRETANDO 24H/7/365 UM PERSONAGEM QUE NÃO PRECISA DE DINHEIRO POR FAZER UM TRABALHO EXCELENTE NUM MUNDO CAPITALISTA TARDIO E “ESTÁ TUDO BEM” (QUE É BEM PIOR, É UMA TORTURA MUITO MAIOR QUE SIMPLESMENTE NÃO SER PAGO PELO SERVIÇO). COMO SE FOSSE CRIME QUERER SER REMUNERADO PELA PRÓPRIA PRODUÇÃO ARTÍSTICA E INTELECTUAL E PEDIR PARA SÊ-LO. JÁ BASTA DESSA CULTURA SEBOOOSA DE NÃO VALORIZAR ARTE E INTELECTUALIDADE NESTE BRASIL!
COMIGO NÃO, VIOLÃÃÃO!
Ficou claro ou quer que mande por escrito? 🤗
Sinceramente, vai reclamar de um YouTube Music a mais? Isso não compra nem um almoço. Isso não paga nem o IRPJ da cobrança mensal do cliente mais fuleira (quer dizer… baratinho, cliente baratinho) que eu atendo através de gestora de recursos em instituições como Banco Safra, BTG Pactual, XP Investimentos e Avenue.
Num faz nem sentido. Um mês pelo preço de um YOUTUBE MUSIC? É pra ser acessível mesmo, gente. Isso num paga nem 10 minutos das copiosas horas de redação que eu faço por aqui para entregar o que eu entrego com o tesão que eu entrego aqui n’A Longa Jornada de Mim. E nas contribuições pela poesia, no Buy me a Coffee, que são voluntárias, eu agradeço até R$ 5 (de verdade mesmo, sem desmerecer) que você der, esporádicos ou regulares. Mas espero que suas gorjetas sejam maiores que isso! Que realmente banquem uma refeição. Uma ida a um café. Um date com a crush, para eu fazer uma história sobre nossa conversa ou um poema de chororô da rejeição que eu levei (sim, já tem um poema disso publicado e a história de uma dessas conversas já está nos rascunhos). Eu sei que alguns de vocês podem tranquilamente fazer isso. Então por que não?
No momento profissional em que eu estou, eu não preciso de você pagando alguma coisa pra mim para eu escrever… mas eu queeeeeeroooo! Eu quero! Venham, eu quero vocês às centenas! Eu quero que a escrita seja minha principal fonte de renda! Eu quero estar bem pago para redigir lindos poemas, apaixonantes histórias e profundas reflexões! Eu quero você pertinho de mim, na minha comunidade! É por isso que eu faço a escrita no nível de maior excelência e profissionalismo que eu conseguir! Por que eu quero! E eu quero gente boa junto comigo também.
Você é bem-vinda(o), óbvio, para participar d’A Longa Jornada de Mim gratuitamente. Sem nenhuma obrigação de pagar ou contribuir com um centavo.
E eu vou sim te convidar para fazer a assinatura paga, porque você vai gostar. Eu vou sim te pedir para comprar um café para mim ao rodapé de todos os poemas, desse jeitinho aqui, sempre variando as piadinhas:
Gostou? Compra um café pra mim (:
(Vai, compra um café aí, tia. Quê isso. Se você não parou de ler depois que eu gritei ali em cima é óbvio que você gosta de mim. Dá uma força aí. Qual é? Vai me negar um café?)
Sabe por quê? Porque eu quero.
É bom, é delícia, pra mim e pra ti.
Belezinha?
(Mas papo reto, tia… cê comprou um expresso, pelo menos, né?)
Não é personagem fake, pelo contrário. Sou eu mesmo. Com o meu querer mesmo. Se achar que é fake, vá embora! Porque ninguém merece, ficar seguindo palavra de falsidade. Muito menos por opção. Vai-te embora, já vai tarde, e que a Paz te encontre e te acompanhe por onde fores. Tchau.
Você vem comigo? Te peço 4 coisas simples…
1. Vem com ÍMPETO!
Gostou? Comente! Curta! Compartilhe!
Não gostou? Fala também! Dê feedback, não apenas elogie, eu te imploro por feedbacks!
2. Me ajude a fazer um ambiente seguro.
Eu trato de temas controversos, mas não apoio discriminação, segregação ou discurso de ódio. Se em algum momento você se sentir violada(o) ou agredida(o) por mim, ou entender que alguém aqui na comunidade está agindo de forma inadequada neste sentido, por favor fale comigo para retificamos a situação.
Pode ser direta(o), objetiva(o) e literal, meu estilo de comunicação é esse mesmo.
3. Participe!
Vem com alma!
Eu escrevo com emoção, eu falo com alma, eu me expresso com ímpeto… para te tocar. Reciproque esse toque comigo. Se doer avisa, que a gente ajusta a intensidade.
4. Apoie!
Sempre que puder, me compra um café (:
(Eu sei, tia, cê já comprou… Né??? Gratidão!)
Mesmo que sejam contribuições esporádicas. Quantias simbólicas, grandes ou pequenas. Lembre-se que eu estou aqui como um poeta e escritor profissional. Valorize!
Pronta?
Pronto?
Pois então bora pro Manifesto.
Este é o Manifesto de A Longa Jornada de Mim
A Longa Jornada de Mim, Theo Sant’Ana, é o meu espaço de autoexpressão, de reflexão genuína e profunda sobre a humanidade, de expressão lírica artística, de histórias que tocam a alma. Expressão humana, sem IA. Com dois detalhes fundamentais:
Eu não estou falando sozinho.
Quanto mais pessoas chegam, mais me aparecem elogios, respostas sinceras e questionamentos pertinentes, que avançam e enriquecem as produções. Tem mais gente chegando e sentindo que é uma pessoa que está se expressando, e que te responde de maneira sincera, autêntica e profunda (na medida em que você se permitir).Eu acredito que arte e o espaço para se sentir humano não devem ser luxo.
Pelo contrário, quanto mais fugazes os dias, mais duro o trabalho, mais corridos os meses e perdidos os anos… Maior a importância da arte, do teatro, da leitura. São como doses endovenosas de humanidade, que precisamos para sobreviver em um sistema inumano que nos quer como máquinas.
Ou seja: Eu acredito em comunidade, participação e apoio.
Me refiro ao apoio financeiro mesmo. Por que todo mundo que assina a Jornada, mesmo que gratuita, já participa dela. E eu estou super feliz de ver novos participantes aparecendo por aqui. De verdade mesmo, A Longa Jornada de Mim só tem alma e propósito com vocês, leitores(as).
Se você ainda não se inscreveu, inscreva-se gratuitamente para participar.
Vou te enviar um e-mail de boas-vindas personalizado, tá? Não é aquele e-mailzinho padrão xexelento do Substack não. É para quem escolheu participar da Jornada mesmo.
O que você vai encontrar aqui?
Essa é a pegada:
Cansei do conteúdo marketeiro, dos metaconteúdos. Dos hooks, das copies, dos CTAs, das metas. Cansei do tom professoral, das imagens perfeitas romantizando mediocridades cotidianas e fazendo de boas histórias apenas um meio de promoção comercial… Nossa, reduzir as pessoas à performance técnica da construção de suas aparências é um negócio que me dá vontade de vomitar!
Por isso, eu faço um espaço de Respiro aqui no Substack. Pra mim e pra ti. Com um ritmo simples e acessível:
Um post por semana, domingos, às 9h.
Um deles, uma vez por mês, com trechos e área de comentários exclusivos para a comunidade de assinantes pagos, longe das vitrines dos comentários públicos.
Poemas às quartas-feiras, 9h. Gratuitos.
E essas são as linhas de produção:
Reflexões intimistas: minhas impressões sobre a vida, afetos, desafetos e razões e emoções, para trocarmos uma ideia (Recomendo começar por 6 Padrões mentais que arruinam qualquer relacionamento e Bloqueou a pessoa? Inteira? Ou por assunto?).
Histórias e contos: porque eu acredito que boas histórias são dignas de serem compartilhadas, por mais minhas que sejam (o top hit, queridinho aqui entre assinantes da Jornada é O nome dela é Joana; meu texto inaugural aqui, que contém uma história, foi o Derradeiras considerações; e parece que Drag Path também tocou o coração de algumas moças).
Opiniões existenciais: impressões munidas de algum rigor intelectual, sobre existência, sociedade e humanidade (já temos algumas publicações nessa linha, como Ninguém tem mas fascínio hoje em dia, é hiperfoco que chama agora, né?, o poema Um preço da inteligência é a solidão e outras publicações que estão no forno, agendadas).
Ensaios, críticas e resenhas: porque vale a pena dizer por que eu amei um livro que acabei de ler, ou amo um gênero musical há décadas, ou compartilhar minhas impressões ao explorar algo novo (grandes sucessos dessa veia são 3 Passos para elevar o nível da sua escrita e Ninguém tem mas fascínio hoje em dia, é hiperfoco que chama agora, né?).
Poesia: Gosto de trabalhar com sonetos e acrônimos. De todo assunto, como a condição humana (O ser escravo), poesia (Tudo que (não) vira poesia), uma proposta de date que deu errado (Concerto à luz de velas)… é só clicar em qualquer um desses, que todos eles oferecem link para os poemas que vieram antes e depois, com outros temas mais.
Esses gêneros podem, claro, ser misturados e combinados.
Todos estão disponíveis aqui em A Longa Jornada de Mim.
Como Participar?
É só chegar mesmo. Venha.
Você pode participar como assinante gratuito e acompanhar tudo que é publicado, sem pagar nada. Ou pode chegar mais perto, apoiando como assinante pago, e ter acesso ao meu processo criativo, um canal direto comigo no chat de membros, e ser parte de uma comunidade que financia as doses endovenosas de humanidade que chegam para todos aqui.
De uma maneira ou de outra, chegue mais perto.
Eu quero. Eu quero você aqui, comigo.
© 2026 Theo Sant’Ana. Este texto é protegido por leis de direitos autorais. A reprodução total ou parcial não é permitida sem autorização expressa do autor.



