Que textinho visceral, o impacto que esse "pós-relacionamento" teve na vida uma "bad" que durou doze anos. :( muito bem escrito cada palavra saiu como um desabafo que precisava ser contado ❤️
Gostei muito. Realmente visceral. Fiquei presa do início ao fim... Me identifiquei muito com você e com algumas partes da Joana. Espero que a Joana tenha se curado ou esteja no processo. Tenho certeza que foi uma relação que fez ambos crescerem e evoluírem demais. E você fez a escolha certa terminando a relação. Tem parte dois?
Grato pela leitura, Cá! Eu também espero que Joana esteja bem e melhorando. Conforme a série avança, você verá que ela é mais sobre esses desenvolvimentos pessoais que sobre o romance. Tem parte 2 e outras partes sim, serão lançadas mensalmente ao fim do mês, começando agora em maio (:
Não sigo nem assino pra poder escrever menos noiado por aqui. Mas busco o cuidado de escrever de maneira que não ofenda. Nem a Joana nem qualquer pessoa que possa ler o texto e se identificar com um personagem. É desafiador, mas estou me esforçando rsrsrs.
Primeiro, trocando os nomes. Segundo, assumindo que é minha narrativa (uma afirmação que também tem sua função na construção da história). Parte II chega ao fim de maio, daí em diante quero lançar mensal.
Oieeee, "Nuuuuuu" aqui... Tô atrasada, mas cheguei, eu li quando saiu, e reli o texto agora. É lindo, a leitura prende. Você escreve muito bem, mas o que mais me chamou atenção não foi nem a técnica… foi o quanto isso ainda parece vivo em você. Doze anos depois não é nostalgia, é algo que ainda tá aberto aí dentro... Bom, como escritora... Eu acredito que tudo o que não tá resolvido aqui na minha vida eu coloco no papel quando o peito aperta... Continua escrevendo amigo, faz bem. Um abraço virtual!!! :) Nu
Oi Nuuuuu! Sem atraso, chegou quando podia. Mas aguardei ansiosamente sua chegada. Primeiramente, grato pelo feedback de sua leitura, atenta e duplicada. Minha memória de longo prazo é boa. Fora da média mesmo, segundo critérios clínicos. Mas quando ela é boa ao ponto de parecer uma maldição… é por que tem narrativa que precisa de fechamento mesmo. O sistema nervoso não larga o osso até ouvir claramente a mensagem de que está tudo bem. Já venho me repetindo isso e direi por escrito no epílogo mais uma vez. Abraaaaço forte, reciprocado aqui do outro lado da Internet!
:) cronometrou aí? Rsrs acrescente umas duas interrupções e o tempo de escrever aqui. Antes de comentar sobre o texto posso fazer uma perguntinha? Rsrsrs
Qual ano vc nasceu?
Minha opinião: o escritor continua apaixonado pela Joana. Coisas de primeiro amor. Eu gostei. Leitura leve, me levou para os livrinhos que a mãe recebia todas as sextas lá em casa. Quando eu casei ela doou todos, mas o teu texto me levou especificamente a um deles que li há pelo menos uns 36 anos atrás, era uma história de um amor de verão que acontecia fisicamente aqui pertinho de mim, em Garopaba, litoral catarinense. Tipo aqueles da série vagalume, sabe?
O escritor levou 12 anos para largar o osso da paixão. O que mais deu trabalho foi entender por que raios Joana recorria tanto na cabeça Deu um trabalho desgramado (: A série é mais sobre essa autoanálise, se apoiando na narrativa. Se fosse só pelo processo sem narrativa eu matava logo o assunto em um post.
E que bom que gostou! A intenção é fazer uma novelinha aqui, então é bom que a leitura ficou tranquila. Grato pela presença na leitura e pelo feedback 💙
Grato Cintia, pela presença na leitura! E pelos elogios, que me deixarão igualmente contente se vierem acompanhados ou substituídos por feedbacks.
Nossa, para esse tipo de texto, o que mais conta é saber que a história tocou o coração. Fica tranquila que a parte II está prevista para o dia 24 de maio. E o lançamento provavelmente será mensal. Além do tempo necessário para redação, colocar algumas impressões no texto é um “parto”, exige do emocional
Esse texto não parece “história de primeiro amor”. Parece um arquivo emocional tentando decidir se ainda pode confiar na própria memória.
O que mais chama atenção não é a Joana, nem os encontros, nem o drama — é o modo como tu escreves como alguém que está ao mesmo tempo dentro e fora da cena, como se narrar fosse também uma forma de não cair de novo dentro dela.
Há uma coisa muito forte aqui: o amor não aparece como descoberta, mas como construção retrospectiva. Tu vais montando a Joana enquanto admites que ela já não está acessível. Isso cria uma tensão bonita e meio cruel: quanto mais tu descreves, mais o leitor sente que ela está a desaparecer.
E o término… ele não é só um evento. Ele vira uma espécie de congelamento do corpo no tempo. A cena final não termina quando ela vai embora — termina quando tu ficas parado depois. Isso é o que fica na cabeça.
O texto tem uma coragem específica: não tenta te limpar da responsabilidade nem transformar tudo em poesia suave. Ele deixa o desconforto ficar visível.
Se há algo que atravessa tudo, é isto: não é sobre quem ela foi. É sobre o que a tua mente precisou que ela fosse para sobreviver ao depois.
Ah, sim... chamar o pessoal aqui por uma história de romance foi absolutamente um clickbait. É verdade que ela foi a primeira. Mas a história completa definitivamente não é sobre o desenvolvimento de um romance. Ainda assim, quero publicá-la até o epílogo.
Impressionante, Mariana. Grato pela leitura atenta e apreciação!
De todas os comentários analíticos, o seu foi o mais cirúrgico. Você captou a premissa de toda a série, que outros leitores e leitoras talvez precisem reler para compreender. Embora já esteja dito aqui de forma explícita, desde o começo.
Houve um vício de linguagem que demorei um pouco para superar, quando comecei a escrita de Joana: evitar falas que dialogassem com ela diretamente na segunda pessoa. Demorou até que eu automaticamente falasse dela na terceira pessoa. Fiz isso não por mim, mas pela possibilidade de a pessoa da Joana um dia ler essa série ou o livro físico. E pelos motivos que você mesma descreveu.
Essa primeira parte, por incrível que pareça, ainda tem a intenção de induzir o leitor a se apaixonar ou ao menos se afeiçoar de Joana. Algumas cargas foram retiradas, para facilitar esse processo. Mas eu as apresento, em boa monta, nas partes 2 e 3.
Nooooossa, era esse comentário que eu estava esperando.
É isso, minha querida Admiradora! A intenção da parte I, mesmo que agridoce, era de mostrar o melhor de Joana. Ler aqui que você se apaixonou por ela me deu uma sensação maravilhosa de dever cumprido.
Agora, se foi muito dolorido… talvez você não deva ler as próximas partes. Vai ficando mais emocionalmente complexo, só dá um alívio na parte VI (epílogo). Lá no fechamento já está redigido uma das coisas mais lindas que escrevi. Mas o caminho é meio pedregoso.
Que bom que gostou, meu anjo. Muito bom receber o feedback, já estava aqui pensando que o pessoal não ia ler por que ficou comprido demais. Fico feliz que a experiência foi boa para ti, feliz em compartilhar aqui contigo 💙
Que textinho visceral, o impacto que esse "pós-relacionamento" teve na vida uma "bad" que durou doze anos. :( muito bem escrito cada palavra saiu como um desabafo que precisava ser contado ❤️
Grato pela leitura e feedback, querida. Que bom que gostou 💙
Aguarde, que a parte I é focada em colocar a parte bonitinha. Da parte II em diante, fica emocionalmente complexo.
Gostei muito. Realmente visceral. Fiquei presa do início ao fim... Me identifiquei muito com você e com algumas partes da Joana. Espero que a Joana tenha se curado ou esteja no processo. Tenho certeza que foi uma relação que fez ambos crescerem e evoluírem demais. E você fez a escolha certa terminando a relação. Tem parte dois?
Grato pela leitura, Cá! Eu também espero que Joana esteja bem e melhorando. Conforme a série avança, você verá que ela é mais sobre esses desenvolvimentos pessoais que sobre o romance. Tem parte 2 e outras partes sim, serão lançadas mensalmente ao fim do mês, começando agora em maio (:
Joana parece ser mesmo inesquecível. Será que ela sabe da existência desse texto? Rsrs
Já estou ansiosa pela parte ll.👏
Grato, querida! Substack eu sei que ela tem kkkkk
Não sigo nem assino pra poder escrever menos noiado por aqui. Mas busco o cuidado de escrever de maneira que não ofenda. Nem a Joana nem qualquer pessoa que possa ler o texto e se identificar com um personagem. É desafiador, mas estou me esforçando rsrsrs.
Primeiro, trocando os nomes. Segundo, assumindo que é minha narrativa (uma afirmação que também tem sua função na construção da história). Parte II chega ao fim de maio, daí em diante quero lançar mensal.
Oieeee, "Nuuuuuu" aqui... Tô atrasada, mas cheguei, eu li quando saiu, e reli o texto agora. É lindo, a leitura prende. Você escreve muito bem, mas o que mais me chamou atenção não foi nem a técnica… foi o quanto isso ainda parece vivo em você. Doze anos depois não é nostalgia, é algo que ainda tá aberto aí dentro... Bom, como escritora... Eu acredito que tudo o que não tá resolvido aqui na minha vida eu coloco no papel quando o peito aperta... Continua escrevendo amigo, faz bem. Um abraço virtual!!! :) Nu
Oi Nuuuuu! Sem atraso, chegou quando podia. Mas aguardei ansiosamente sua chegada. Primeiramente, grato pelo feedback de sua leitura, atenta e duplicada. Minha memória de longo prazo é boa. Fora da média mesmo, segundo critérios clínicos. Mas quando ela é boa ao ponto de parecer uma maldição… é por que tem narrativa que precisa de fechamento mesmo. O sistema nervoso não larga o osso até ouvir claramente a mensagem de que está tudo bem. Já venho me repetindo isso e direi por escrito no epílogo mais uma vez. Abraaaaço forte, reciprocado aqui do outro lado da Internet!
Que texto envolvente.
Difícil não pensar no caras maloqueiros da nossa adolescência (com todo respeito).
Acho que todo jovem se identificaria!
Obrigada pela entrega ao texto, a narrativa!
Grato, Adrieny! Que bom que gostou (:
Sucesso, que deu pra lembrar daqueles cachaceiros drogados lá (com todo respeito, claro kkkk). Nos próximos meses, teremos a redenção do maloqueiro.
Com os devidos enfrentamentos e desafios, claro.
Vou começar a ler kkk abre o cronômetro aí kkk
:) cronometrou aí? Rsrs acrescente umas duas interrupções e o tempo de escrever aqui. Antes de comentar sobre o texto posso fazer uma perguntinha? Rsrsrs
Qual ano vc nasceu?
Minha opinião: o escritor continua apaixonado pela Joana. Coisas de primeiro amor. Eu gostei. Leitura leve, me levou para os livrinhos que a mãe recebia todas as sextas lá em casa. Quando eu casei ela doou todos, mas o teu texto me levou especificamente a um deles que li há pelo menos uns 36 anos atrás, era uma história de um amor de verão que acontecia fisicamente aqui pertinho de mim, em Garopaba, litoral catarinense. Tipo aqueles da série vagalume, sabe?
Hahaha, 20 minutinhos. 94.
O escritor levou 12 anos para largar o osso da paixão. O que mais deu trabalho foi entender por que raios Joana recorria tanto na cabeça Deu um trabalho desgramado (: A série é mais sobre essa autoanálise, se apoiando na narrativa. Se fosse só pelo processo sem narrativa eu matava logo o assunto em um post.
E que bom que gostou! A intenção é fazer uma novelinha aqui, então é bom que a leitura ficou tranquila. Grato pela presença na leitura e pelo feedback 💙
12 anos é bastante tempo, mas acontece num piscar de olhos. Achei inspirador. Ansiosa para acompanhar a novela, novelinha ou novelão :)
94, ler jovens autores é muito bom!
Desejo bons ventos!
Senti cada palavra. Amei cada descrição detalhada da Joana. A construi na minha mente. E sofri como o coração dela e seu devem ter sofrido.
Que texto! Que narrativa envolvente! Fui sentindo e ficando sem ar a cada parágrafo… e já procurando “desculpas” por imaginar o fim…
Agora, só terei uma semana para continuar tudo isso!
Grato Cintia, pela presença na leitura! E pelos elogios, que me deixarão igualmente contente se vierem acompanhados ou substituídos por feedbacks.
Nossa, para esse tipo de texto, o que mais conta é saber que a história tocou o coração. Fica tranquila que a parte II está prevista para o dia 24 de maio. E o lançamento provavelmente será mensal. Além do tempo necessário para redação, colocar algumas impressões no texto é um “parto”, exige do emocional
Então super dá tempo de ler (:
Ahh achei que já seria semanal… 🫣
Hahahahaha está além das minhas capacidades, moça (:
Eu consigo imaginar o desgaste emocional envolvido… não é fácil não! 🥹
Esse texto não parece “história de primeiro amor”. Parece um arquivo emocional tentando decidir se ainda pode confiar na própria memória.
O que mais chama atenção não é a Joana, nem os encontros, nem o drama — é o modo como tu escreves como alguém que está ao mesmo tempo dentro e fora da cena, como se narrar fosse também uma forma de não cair de novo dentro dela.
Há uma coisa muito forte aqui: o amor não aparece como descoberta, mas como construção retrospectiva. Tu vais montando a Joana enquanto admites que ela já não está acessível. Isso cria uma tensão bonita e meio cruel: quanto mais tu descreves, mais o leitor sente que ela está a desaparecer.
E o término… ele não é só um evento. Ele vira uma espécie de congelamento do corpo no tempo. A cena final não termina quando ela vai embora — termina quando tu ficas parado depois. Isso é o que fica na cabeça.
O texto tem uma coragem específica: não tenta te limpar da responsabilidade nem transformar tudo em poesia suave. Ele deixa o desconforto ficar visível.
Se há algo que atravessa tudo, é isto: não é sobre quem ela foi. É sobre o que a tua mente precisou que ela fosse para sobreviver ao depois.
Mari 🌹
Ah, sim... chamar o pessoal aqui por uma história de romance foi absolutamente um clickbait. É verdade que ela foi a primeira. Mas a história completa definitivamente não é sobre o desenvolvimento de um romance. Ainda assim, quero publicá-la até o epílogo.
Impressionante, Mariana. Grato pela leitura atenta e apreciação!
De todas os comentários analíticos, o seu foi o mais cirúrgico. Você captou a premissa de toda a série, que outros leitores e leitoras talvez precisem reler para compreender. Embora já esteja dito aqui de forma explícita, desde o começo.
Houve um vício de linguagem que demorei um pouco para superar, quando comecei a escrita de Joana: evitar falas que dialogassem com ela diretamente na segunda pessoa. Demorou até que eu automaticamente falasse dela na terceira pessoa. Fiz isso não por mim, mas pela possibilidade de a pessoa da Joana um dia ler essa série ou o livro físico. E pelos motivos que você mesma descreveu.
Essa primeira parte, por incrível que pareça, ainda tem a intenção de induzir o leitor a se apaixonar ou ao menos se afeiçoar de Joana. Algumas cargas foram retiradas, para facilitar esse processo. Mas eu as apresento, em boa monta, nas partes 2 e 3.
Espero que goste 🌹
Nooooossa, era esse comentário que eu estava esperando.
É isso, minha querida Admiradora! A intenção da parte I, mesmo que agridoce, era de mostrar o melhor de Joana. Ler aqui que você se apaixonou por ela me deu uma sensação maravilhosa de dever cumprido.
Agora, se foi muito dolorido… talvez você não deva ler as próximas partes. Vai ficando mais emocionalmente complexo, só dá um alívio na parte VI (epílogo). Lá no fechamento já está redigido uma das coisas mais lindas que escrevi. Mas o caminho é meio pedregoso.
Eeeeeeeeiita então me aguarde hahahahahaha
Oi Dani, querida 🌹
Que bom que gostou, meu anjo. Muito bom receber o feedback, já estava aqui pensando que o pessoal não ia ler por que ficou comprido demais. Fico feliz que a experiência foi boa para ti, feliz em compartilhar aqui contigo 💙