Por muito tempo me desculpei por ouvir rock, como se isso fosse negativo apesar de ser uma preferência pessoal. Hoje não me desculpo mais. Até o grotesto, quando intencional, é positivo e saudável.
Que texto fantástico! Eu como fã de um bom rock, achei super interessante as suas referências. Não conhecia a primeira música, mas One é um clássico. Acho que é uma música extremamente bem construída, com camadas, atmosfera, tensão, animação, horror…você sente tudo! Com certeza sempre vou defender o rock pesado kkkk.
Grato, querida, pela leitura e apreciação! E vindo de alguém que escreveu um baita texto sobre alma humana e produção musical em tempos de IA, é uma honra mesmo.
Eu também nem conhecia Don Brocco, a maioria deles, pra mim, só presta pra ouvir no workout… mas Anaheim já deve estar no topo da lista das mais tocadas do ano. Mas acho que valeu a menção, para dizer que não precisa ser clássico nem obra de arte (feito One) para se boa e cumprir funções de catarse.
Seja bem-vinda também para dar feedbacks corretivos ou pontos de vista divergentes, eu recebo (:
Nunca tive costume de escutar música, me incomoda a passividade de deixar emtrar na minha mente coisas que não tem como filtrar. Assim como nunca gostei de televisão, a música tem o agravante da vibração, mesmo sem considerar a letra, o ritmo da maioria já muda totalmente nosso estado de ser, sim nossa consciência e identidade.
Nossa, Carly, que sensibilidade, ein? Imagino que você não tenha feito, mas não recomendo fazer a escuta guiada das músicas.
E realmente é bem verdade que vibrações, sobretudo musicais, podem afetar nossa estrutura química mais íntima e iduzir estados mentais e emocionais de forma até direta. Super respeito quem tem um cuidado maior com isso (por essa perspectiva, seria desaconselhável escutar rock pesado, por uma questão de princípio físico).
Mas também entendo que cada um é um, com suas necessidades e perfis adaptativos, né? Eu mesmo, uso esses tipos musicais mais agressivos como descrevi ao final do texto. Principalmente numbing (por mais estranho que pareça).
Aprecio o som do Pain pq eles tem desde o pesado até o calmo, mas as letras são soco no nosso cérebro. Não tem como ouvir e não entrar em estado de "meditação " sobre a vida, o universo e tudo mais."
Outra música "lenta", mas foda pra caralho, do álbum "Be" do Pain of Salvation, pegou também áudios de pessoas em sofrimento, falando com "Deus". Até ateu chora ouvindo. Aliás, recomendo esse álbum inteiro.
Tem a primeira música que abre o álbum "Amused to Death", do Roger Waters, que se chama "The Ballad of Bill Hubbard"... trata-se de um diálogo real de guerra, gravado em 1917, se não me engano... Aí já dá pra sentir o tom do álbum. Não é uma música pauleira... mas tem muita carga. Aliás, Roger das Águas é mestre nisso.
Bela analise! Parabéns!
Grato pela leitura e apreciação! Às vezes acho que fica muito assunto num lugar só, mas não tem como não ligar os pontos (:
Que texto fantástico! Eu como fã de um bom rock, achei super interessante as suas referências. Não conhecia a primeira música, mas One é um clássico. Acho que é uma música extremamente bem construída, com camadas, atmosfera, tensão, animação, horror…você sente tudo! Com certeza sempre vou defender o rock pesado kkkk.
Parabéns pelo texto.
Grato, querida, pela leitura e apreciação! E vindo de alguém que escreveu um baita texto sobre alma humana e produção musical em tempos de IA, é uma honra mesmo.
Eu também nem conhecia Don Brocco, a maioria deles, pra mim, só presta pra ouvir no workout… mas Anaheim já deve estar no topo da lista das mais tocadas do ano. Mas acho que valeu a menção, para dizer que não precisa ser clássico nem obra de arte (feito One) para se boa e cumprir funções de catarse.
Seja bem-vinda também para dar feedbacks corretivos ou pontos de vista divergentes, eu recebo (:
Que isso! Meu único feedback é parabéns pelo texto.
Agradeço demais pelas palavras. Sou fã da sua escrita
Nunca tive costume de escutar música, me incomoda a passividade de deixar emtrar na minha mente coisas que não tem como filtrar. Assim como nunca gostei de televisão, a música tem o agravante da vibração, mesmo sem considerar a letra, o ritmo da maioria já muda totalmente nosso estado de ser, sim nossa consciência e identidade.
Nossa, Carly, que sensibilidade, ein? Imagino que você não tenha feito, mas não recomendo fazer a escuta guiada das músicas.
E realmente é bem verdade que vibrações, sobretudo musicais, podem afetar nossa estrutura química mais íntima e iduzir estados mentais e emocionais de forma até direta. Super respeito quem tem um cuidado maior com isso (por essa perspectiva, seria desaconselhável escutar rock pesado, por uma questão de princípio físico).
Mas também entendo que cada um é um, com suas necessidades e perfis adaptativos, né? Eu mesmo, uso esses tipos musicais mais agressivos como descrevi ao final do texto. Principalmente numbing (por mais estranho que pareça).
Concordo, cada um deve avaliar o que faz bem
Aprecio o som do Pain pq eles tem desde o pesado até o calmo, mas as letras são soco no nosso cérebro. Não tem como ouvir e não entrar em estado de "meditação " sobre a vida, o universo e tudo mais."
Peguei suas recomendações e estou buscando similares, os caras são brabos mesmo!
Outra música "lenta", mas foda pra caralho, do álbum "Be" do Pain of Salvation, pegou também áudios de pessoas em sofrimento, falando com "Deus". Até ateu chora ouvindo. Aliás, recomendo esse álbum inteiro.
https://youtu.be/G79MWVsuI-s?si=rj-GaGyyYxGvKxVR
Tem a primeira música que abre o álbum "Amused to Death", do Roger Waters, que se chama "The Ballad of Bill Hubbard"... trata-se de um diálogo real de guerra, gravado em 1917, se não me engano... Aí já dá pra sentir o tom do álbum. Não é uma música pauleira... mas tem muita carga. Aliás, Roger das Águas é mestre nisso.
https://youtu.be/u3YlNNG_1Z8?si=fiTqC78EvS6rZwaE
Eeeeita, rockeira arretada. Manda playlist, Gabi 🎸
Vou dar uma arrumada e mando haha! Ali vai do rock mais soft ao mais porrada em 2 músicas 😂
Já ficaria feliz de recebê-la assim, mas fico honrado pela curadoria hahahaha