Que texto gostoso de ler, Theo. Pra alguém que pensa milimetricamente em cada destaque do Instagram (culpada!), fiquei desejando mais idas ao cinema sem o celular no bolso. Mais cafés. Mais presença. Mais vida offline. Adorei o texto!
Que bom, Bee! Grato pela leitura e apreciação. Foi uma carta de alforria, viu? Excluir o Instagram. Mas independente do uso que faz das telas… a vida tá aqui mesmo, fora delas (:
Xexelência é uma palavra xexelenta para descrever a xexelência. Uma palavra de alívio cômico que me abre um sorriso de canto de boca e me dá uma nova perspectiva, quase sempre animadora, sobre o tema. Isso me deixa mais leve.
Hahahahahaah legal Elias, que bom que gostou. Eu acho que precisa mesmo, sabe? Colocar umas palavras que não levem tudo tão a sério. Por que até a descontração, quando é performática, é um negócio muito sério. Se for pra sair do script, sai mesmo. Esquece a magnâmia chiqueza e veja a xexelência ao lado, que ela é mais!
É libertador viver sem precisar performar. Dei um sorriso quando você falou das lojas xexelentas. Também gosto delas. Elas tem seu charme autêntico... Resistem ao tempo. Gostei muito da sua crônica.
Que texto gostoso de ler, Theo. Pra alguém que pensa milimetricamente em cada destaque do Instagram (culpada!), fiquei desejando mais idas ao cinema sem o celular no bolso. Mais cafés. Mais presença. Mais vida offline. Adorei o texto!
Que bom, Bee! Grato pela leitura e apreciação. Foi uma carta de alforria, viu? Excluir o Instagram. Mas independente do uso que faz das telas… a vida tá aqui mesmo, fora delas (:
Xexelência é uma palavra xexelenta para descrever a xexelência. Uma palavra de alívio cômico que me abre um sorriso de canto de boca e me dá uma nova perspectiva, quase sempre animadora, sobre o tema. Isso me deixa mais leve.
Hahahahahaah legal Elias, que bom que gostou. Eu acho que precisa mesmo, sabe? Colocar umas palavras que não levem tudo tão a sério. Por que até a descontração, quando é performática, é um negócio muito sério. Se for pra sair do script, sai mesmo. Esquece a magnâmia chiqueza e veja a xexelência ao lado, que ela é mais!
Maravilhoso! Não tem como não gostar
Grato, Thaty, pela leitura e apreciação (:
Foi uma delícia de escrever, saiu num instante quando eu fui comentar o ensaio do Rafael.
Dá gosto de ler esses textos. Pra mim você aponta para a vida comum e a coragem de vivê-la pela inteireza humana! Obrigada!!!
Grato, querida, pela leitura e apreciação (:
Coragem e necessidade, viu? Faz bem, viver uma vida “apenas” humana. (E o que raios as pessoas realmente pretendem ser fok um outro estilo de vida?)
É libertador viver sem precisar performar. Dei um sorriso quando você falou das lojas xexelentas. Também gosto delas. Elas tem seu charme autêntico... Resistem ao tempo. Gostei muito da sua crônica.