Eu esqueci de comentar sobre o cover do Rolling in the deep, que maravilha que você lembrou, por anos eu tenho essa versão da playlist e as vezes prefiro ela do que a cantada pela Adele!!!!! Sem palavras!
Eu esqueci de comentar sobre o cover do Rolling in the deep, que maravilha que você lembrou, por anos eu tenho essa versão da playlist e as vezes prefiro ela do que a cantada pela Adele!!!!! Sem palavras!
Eu adoro LP. Esse texto me trouxe algumas reflexões. Primeiro que Chester e Layne (do Alice In chains) tiveram um dos vocais mais potentes do rock e ambos gritavam muito. Fiquei sentida quando você lembrou sobre “gritos de suicida”…fiquei pensando o quanto esses caras viviam com um emaranhado por dentro sem nome que não lhes restava um explosão sonora de alívio.
Eu escrevi aí como está, mas sabe que é meio agridoce essa constatação da carga que o Chester sentia e passava alguma parcela na performance. Pra mim é importante esse olhar retrospectivo. Eu sei que artistas geralmente são MAIS sensíveis. Mas enquadrar como "gritos de um suicida" me ajudou a abrir o peito para alguns conteúdos que eles colocaram nas músicas aos quais eu estava insensível. E sempre buscl ter cuidado para não anestesiar a sensibilidade.
Nossa, Lane é outro monstro também. A passagem que fizeram para o DuVall em Black Gives Way to Blue foi uma coisa que me comoveu para ouvir de novo a obra da banda.
Cara, eu não gostava de Linkin Park quando surgiu. Eu já estava na faculdade e era esse tipo de roqueiro que matou o rock por não suportar novidades. Durante anos ignorei deliberadamente a banda, até que a maturidade (veja que ironia) e as decepções da vida me fizeram ouvi-los com outros ouvidos. Hoje eu acho o som genial e as letras ressoam muito comigo. Agora, Regis Tadeu não dá. Acho insuportável! Hahaha
Pois é, né Vini. Muitas das letras ressoaram depois de uns traumas a mais e também o entendimento que eu tive dos assuntos. O que eu ouvia sem nem escutar inglês direito, com letras estranhas e abstratas... quando voltei a ouvir com o listening mais apurado umas vivências a mais, fez total sentido. O Regis Tadeu... tem repertório e bons argumentos, aquele pentelho. Quis colocar aqui para mostrar que consigo lidar com opiniões diferentes... mas sem deixar barato kkkkkk
Eu esqueci de comentar sobre o cover do Rolling in the deep, que maravilha que você lembrou, por anos eu tenho essa versão da playlist e as vezes prefiro ela do que a cantada pela Adele!!!!! Sem palavras!
Eu esqueci de comentar sobre o cover do Rolling in the deep, que maravilha que você lembrou, por anos eu tenho essa versão da playlist e as vezes prefiro ela do que a cantada pela Adele!!!!! Sem palavras!
Sensacional.
Eu adoro LP. Esse texto me trouxe algumas reflexões. Primeiro que Chester e Layne (do Alice In chains) tiveram um dos vocais mais potentes do rock e ambos gritavam muito. Fiquei sentida quando você lembrou sobre “gritos de suicida”…fiquei pensando o quanto esses caras viviam com um emaranhado por dentro sem nome que não lhes restava um explosão sonora de alívio.
Mais um ótimo texto.
Grato, My, pela apreciação (:
Eu escrevi aí como está, mas sabe que é meio agridoce essa constatação da carga que o Chester sentia e passava alguma parcela na performance. Pra mim é importante esse olhar retrospectivo. Eu sei que artistas geralmente são MAIS sensíveis. Mas enquadrar como "gritos de um suicida" me ajudou a abrir o peito para alguns conteúdos que eles colocaram nas músicas aos quais eu estava insensível. E sempre buscl ter cuidado para não anestesiar a sensibilidade.
Nossa, Lane é outro monstro também. A passagem que fizeram para o DuVall em Black Gives Way to Blue foi uma coisa que me comoveu para ouvir de novo a obra da banda.
cirúrgico!!!
Cara, eu não gostava de Linkin Park quando surgiu. Eu já estava na faculdade e era esse tipo de roqueiro que matou o rock por não suportar novidades. Durante anos ignorei deliberadamente a banda, até que a maturidade (veja que ironia) e as decepções da vida me fizeram ouvi-los com outros ouvidos. Hoje eu acho o som genial e as letras ressoam muito comigo. Agora, Regis Tadeu não dá. Acho insuportável! Hahaha
Pois é, né Vini. Muitas das letras ressoaram depois de uns traumas a mais e também o entendimento que eu tive dos assuntos. O que eu ouvia sem nem escutar inglês direito, com letras estranhas e abstratas... quando voltei a ouvir com o listening mais apurado umas vivências a mais, fez total sentido. O Regis Tadeu... tem repertório e bons argumentos, aquele pentelho. Quis colocar aqui para mostrar que consigo lidar com opiniões diferentes... mas sem deixar barato kkkkkk
Ele desperdiça todo o repertório e argumentos com aquela retórica de tiozão chato e ranzinza! Kkkk